sexta-feira, 22 de novembro de 2013

" Não tenhas medo de Crescer lentamente... Tem apenas medo de ficar parad@ "



Coloca um "Tubarão" na tua vida mantém-te fresco!


Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Mas as águas do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca.

Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era fresco.

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores, nos seus barcos.

Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado.

E claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos.

Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros.

Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, “como sardinhas”.

Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, mas cansados e abatidos.

Infelizmente os japoneses notavam a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de fresco.

Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não, o gosto de peixe apático.

Como é que os japoneses resolveram este problema?

Como eles, conseguiram trazer para o Japão peixes com gosto de puro fresco?

Se você fosse um consultor da empresa de pesca, o que recomendaria?”

Quando nós atingimos os objetivos. Quando começamos com sucesso numa empresa nova. Quando pagamos todas as nossas dívidas ou acabamos com outras preocupações, nós podemos perder as nossas paixões.

Pensamos em começar a trabalhar e a esforçar-nos menos, e pensamos mais em relaxar. O mesmo se passa quando se ganha um grande prémio ou se recebe uma herança.

Por vezes a solução pode ser bem simples, tal como o problema dos peixes:

Segundo L. Ron Hubbard, “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador.”

Quanto mais inteligentes, persistentes e competitivos nós somos, mais adoramos um bom “problema”, diria antes um bom desafio!

Um bom desafio, torna-nos mais felizes. Enquanto procuramos novas soluções, crescemos e aprendemos, sentimo-nos mais vivos, sentimos o sangue a correr nas veias!

Resolução do problema:

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas eles também colocam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo” e fresco ao desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

Fonte: Recebido por Email, retirado de um MBA em Pittsburgh University .

Se já alcançaste os teus objetivos, não fiques parado, traça objetivos ainda maiores. Assim que satisfizeres todas as necessidades pessoais, procura realizar as necessidades do teu grupo de amigos, da tua cidade, do país e de toda a humanidade!

Mostra que estás vivo e continuas fresco para a vida!



Tem um dia Fantástico. Diverte-te! :)

Grata  a   http://neurocrescimento.wordpress.com/2012/02/01/coloca-um-tubarao-na-tua-vida-mantem-te-fresco/

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

RESPIRANDO e ACALMANDO...


Respiração... o elixir da juventude

Se tivesse que eleger a prática número 1 para trabalhar o bem-estar a um nível integral, não teria dúvidas quanto ao que escolher: a respiração. Sim, essa mesmo que agora lhe acabou de passar pelos pulmões.

A respiração é algo tão poderoso que, imagine bem, quando utilizada correctamente pode até ajudar a emagrecer. Pode ser considerada como um autêntico “elixir da juventude”, sendo das poucas actividades que podem ser usadas para trabalhar ao mesmo tempo o seu bem-estar físico, mental, emocional e espiritual.

Nível Físico: - Podemos estar vários dias sem comer, um par deles sem beber mas, quanto à respiração, não podemos passar mais do que alguns minutos sem ela.

- A respiração colabora no processo de movimentação da linfa no nosso corpo, que contribui para a eliminação de toxinas e resíduos celulares, assim como para a nossa protecção contra a invasão de agentes externos, como vírus e bactérias.

Nível Mental: - O nosso cérebro, apesar de representar apenas 2% do nosso corpo, consome 25% de toda a energia corporal. E para funcionar bem, para além da energia (dada pela glucose), precisa de… oxigénio.

Nível Emocional: - O ritmo respiratório influencia directamente o nosso ritmo cardíaco que, por sua vez, influencia o nosso estado emocional. Já reparou como respira quando está tranquila? E como o faz quando está sob stress? Sabia que a maioria das terapias mais eficazes para redução do stress passam por ensinar as pessoas a respirar correctamente?

Nível Espiritual: - Agora, verifique se está a respirar. A sério. Já reparou que quando o fez, se obrigou a parar de pensar e focou a sua atenção no momento presente? Diz-se que uma das principais causas da infelicidade do ser humano é a incapacidade para viver no presente, pois a sua mente está constantemente ou “ruminar” no passado ou a preocupar-se com o futuro.

É por essa razão que desde há muitos milhares de anos a respiração é um processo nuclear em diferentes correntes como o Budismo, Yoga, etc.


Como viu, é importante prestarmos cada vez mais atenção à forma como respiramos. Apesar de existirem milhares de práticas para treinar a respiração, sugiro uma simples: arranje 3 a 5 minutos onde não seja interrompida. Deite-se no chão com um livro em cima da barriga. Comece a respirar profundamente, enviando o ar para o seu abdómen. Foque-se em fazer com que o livro suba quando inspira e desça quando expira. Tente não pensar em mais nada. Se der por si perdida nos pensamentos, não se preocupe. Volte simplesmente a sua atenção para a respiração. Se ajudar, conte até 5 enquanto inspira e outro tanto enquanto expira.

Sugiro que treine a sua respiração nos próximos dias. Esteja mais presente e consciente do seu ritmo, principalmente quando der por si irritada ou ansiosa. Com um pouco de prática, vai ver que em breve a vai conseguir usar como um verdadeiro elixir para a sua juventude!



Vasco Gaspar
 
http://www.zorbuddha.org/ZorBuddha_pt/ZorBlog_pt/Entradas/2010/9/21_Movimente-se_com_prazer.html
 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

RESPIRANDO e AGRADECENDO (trabalhando para a Elevação do Planeta Terra)


 
Um dos atos mais sagrados do ser humano é a respiração.
De uma perspetiva mais ampla e profunda a respiração é muito mais do que a captação de oxigénio, ela é responsável também pelo fluxo energético dos seres vivos. As emoções, por exemplo, têm uma relação fortíssima com a respiração, já que para cada tipo de emoção existe um padrão respiratório.

Quanto mais agitada emocionalmente a pessoa estiver, mais rápida e superficial será a sua respiração.
O modo correto (e tranquilizador) para se respirar é de maneira lenta e profunda.

Não esperes ter dificuldades respiratórias para sentires como é bom respirar, sê grata/o agora pela tua Respiração!
AGRADECENDO….

Mostra a tua gratidão sempre, não só quando alguém te faz um favor.
Estar vivo e RESPIRAR já é o maior motivo para seres grato, principalmente se tiveres todas as condições para te manteres bem, como água, comida e sítio onde morar.

Como demonstrar a gratidão pela vida, já que ela pode parecer algo muito abstrato?
A resposta é: nos pequenos atos. Sorrir mais, não apenas com intenções ou motivos aparentes, sorrir para a vida. Este sorriso não precisa nem ser expresso na face, pode ser um sorriso interno, aquela sensação boa de quando algo dá certo.

Mas nada precisa dar certo especificamente, porque a vida em si já deu certo, estamos aqui vivenciando, aprendendo e cumprindo as nossas missões. Demonstrar mais a gratidão não só melhora as nossas próprias vidas como as vidas de todas as pessoas à nossa volta, e, o efeito em cadeia, acaba por afetar e contagiar energeticamente toda a humanidade.

Texto de Joaquim Mutim, a quem desde já agradeço.

Adaptação de Isabel Perry

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

NEUROCIÊNCIA versus obscurantismo e ignorância

 
 
 
 
 
O português António Damásio, 69 anos, é um dos maiores nomes da neurociência na atualidade. Radicado nos Estados Unidos desde a década de 70, e professor da University of Southern California, em Los Angeles, onde dirige o Instituto do Cérebro e da Criatividade, ele conduziu pesquisas que ajudaram a desvendar a base neurológica das emoções, demontrando que elas têm um papel central no armazenamento de informações e no processo de tomada de decisões. Seus livros O Erro de Descartes (1994), O mistério da Consciência (1999), Em Busca de Espinosa (2003) e E o Cérebro Criou o Homem (2009), todos publicados no Brasil pela Cia. das Letras, tratam principalmente do papel das emoções e sentimentos na razão humana e quais são os processos que produzem o fenômeno da consciência. Em visita ao Brasil para participar da série de palestras Fronteiras do Pensamento, Damásio falou a VEJA.
Na introdução de seu último livro, O Cérebro criou o Homem, o senhor diz que acabou se desapontando com algumas de suas abordagens ao longo do tempo e decidiu começar seu trabalho de novo. Quais foram as descobertas que o levaram a repensar sua pesquisa? Ao longo desses anos todos, o estudo sobre a estrutura do cérebro avançou muito e ajudou a entender melhor certas operações, como a memória e a consciência. Além disso, por meio das minhas pesquisas pude perceber a importância das emoções e dos sentimentos na construção do nosso raciocínio. Para ter o que chamamos de consciência básica é preciso ter sentimentos. Isto é, é preciso que o cérebro seja capaz de representar aquilo que se passa no corpo e fora dele de uma forma muito detalhada. É daí que nasce a rocha sobre a qual a mente forma sua base e se edifica.
O que é a mente? Ela é uma sucessão de representações criadas através de sistemas visuais, auditivos, táteis e, muito frequentemente, das informações fornecidas pelo próprio corpo sobre o que está acontecendo com ele — quais músculos estão se contraindo, em que ritmo o coração está batendo e assim por diante. Em resumo: a mente é um filme sobre o que se passa no corpo e no mundo a sua volta.
Qual a diferença entre emoção e sentimento? A emoção é um conjunto de todas as respostas motoras que o cérebro faz aparecer no corpo em resposta a algum evento. É um programa de movimentos como a aceleração ou desaceleração do batimento do coração, tensão ou relaxamento dos músculos e assim por diante. Existe um programa para o medo, um para a raiva, outro para a compaixão etc. Já o sentimento é a forma como a mente vai interpretar todo esse conjunto de movimentos. Ele é a experiência mental daquilo tudo. Alguns sentimentos não têm a ver com a emoção, mas sempre têm a ver os movimentos do corpo. Por exemplo, quando você sente fome, isso é uma interpretação da mente de que o nível de glicose no sangue está baixando e você precisa se alimentar.
O senhor diz que as emoções desempenham um papel muito importante no desenvolvimento do raciocínio e na tomada de decisões. Que papel é esse? Há certas decisões que são evidentemente feitas pela própria emoção. Quando há uma situação de medo, ele aconselha um entre dois tipos de decisão: correr para longe do perigo ou permanecer quieto para não ser notado. Há também decisões muito mais complexas, como, por exemplo, aceitar ou não um convite para jantar. Nesse caso, a emoção tem um papel de primeiro conselheiro, um primeiro indicador do que se deve fazer. Você pode querer ir, mas ao mesmo tempo há qualquer coisa no comportamento da pessoa que o faz desconfiar de que ela pode não ser sincera. E o que é isto? É uma reação emotiva, a emoção participando da sua decisão.
Então é a emoção que nos fornece o que chamamos popularmente de instinto ou sexto sentido? Instinto é uma palavra que deve ser reservada para certas coisas muito fundamentais, como o instinto sexual ou de alimentação. Eu diria que a emoção fornece incentivos. As emoções, quer as positivas quer as negativas, podem ter uma enorme influência naquilo que nós pensamos. Mesmo as pessoas que se dizem muito racionais não podem separar as duas coisas. Por exemplo: imaginemos que um chefe esteja entrevistando uma pessoa para uma vaga. O currículo da pessoa é ótimo e as referências também, mas algo diz que ela não vai dar certo na empresa. Esse 'algo me diz' é a emoção falando. Algo no comportamento dessa pessoa evoca uma emoção negativa que leva o chefe a ficar com um pé atrás.
O que pode causar essa desconfiança? O ser humano avalia uma outra pessoa principalmente pela voz e pela expressão facial dela. Assim, a forma como a pessoa olha para você pode parecer insolente; ou um jeito de mexer a boca faz parecer que ela não é sincera.
Se toda a nossa percepção do mundo é afetada pela emoção, como podemos confiar nos nossos julgamentos? As emoções foram extremamente bem sucedidas, ao longo da evolução, em nos manter vivos. O medo fez com que nos expuséssemos menos ao perigo e tivéssemos mais chance de sobreviver. A alegria nos deu incentivo para fazer o que precisamos para prosperar: exercitar a mente, inventar soluções para problemas, comer, nos reproduzir. Emoções como a compaixão, a culpa e a vergonha são importantes porque orientam nosso comportamento moral. Se você fizer qualquer coisa que não está correta em relação a outra pessoa, vai se sentir envergonhado e terá um sentimento de culpa. Isso é muito importante porque vai ajudar a manter a sua conduta de acordo com a convivência em sociedade. Uma coisa que falta aos psicopatas é exatamente esse sentimento de culpa, de vergonha. Os sentimentos são, portanto, fundamentais para organizar a sociedade e foram fundamentais para a formação dos sistemas moral e judicial. Mas as emoções por si só têm limites. Para vivermos em sociedade no século XXI, precisamos muitas vezes ser capazes de criticar as nossas próprias emoções e dizer não a elas. E a única maneira de ultrapassar as emoções é o conhecimento: saber analisar as situações com grande pormenor, ser capaz de raciocinar sobre elas e decidir quando uma emoção não é vantajosa. Há um nível básico em que as emoções ajudam, e se você não tem esse nível você é um psicopata. Mas há um nível mais elevado em que as emoções têm de ser não as conselheiras, mas as aconselhadas.
As emoções são condicionadas pela vivência em sociedade? As emoções são em grande parte inatas, mas nos primeiros anos de vida são condicionadas e sintonizadas com a sociedade. Alguns mamíferos têm emoções mais elevadas, como a compaixão, especialmente na relação entre mães e filhos. As mães de cães e lobos tratam seus filhotes com um carinho que é emocional e é totalmente inato, ninguém as ensinou. Há elefantes que quando perdem um companheiro ficam não só tristes como deixam de brincar e são capazes até de fazer uma espécie de luto. Claro que nada disso foi ensinado, é tudo inato. O que acontece com os seres humanos é que esses programas inatos têm sido, através de milhares de anos, refinados e melhorados por aspectos sócio-culturais. Hoje em dia, evidentemente, nossa estrutura moral não é inata. Ela tem sido condicionada pela história da nossa sociedade com elementos que têm a ver com a religião, a justiça e a economia, estruturas que são resultado da vida humana em sociedades complexas.
Se as emoções podem moldar o raciocínio, o oposto pode acontecer? Isto é, o raciocínio pode alterar nossas emoções? Claro, e é aí que está a grande beleza e a grande complicação dos seres humanos. É aí que você vai encontrar todos os grandes dramas da história, aquilo que Sófocles ou Shakespeare captaram em suas peças. Os grandes dramas de reis e rainhas, príncipes e plebeus, é o constante conflito entre aquilo que são os conselhos da emoção e do instinto, por um lado, e a influência que vem do raciocínio, do conhecimento e da reflexão. Essa é a grande base da tragédia grega ou shakespeariana. Nós, na medida em que as sociedades evoluem, estamos caminhando para uma maior harmonia entre o lado emocional e instintivo e o lado racional e de reflexão. Essa harmonia ainda não se estabeleceu e não vai acontecer nem na minha geração nem na sua. É um trabalho por se concluir. Mas um dia, a convivência em sociedade, que exige que se ponha razão e emoção na balança o tempo inteiro, vai conseguir equilibrar os dois lados.
E como ocorre esse condicionamento das emoções? É nos primeiros anos de vida que podemos inculcar valores e formas de raciocínio através da repetição de exemplos. Eles são o alicerce da construção da nossa moral. Do ponto de vista do cérebro isso é muito curioso porque é quase uma negociação entre suas partes. Há partes muito antigas em termos de evolução, como o tronco cerebral, e muito mais recentes, como o córtex cerebral. No córtex cerebral estão as grandes representações que constroem a mente: visão, audição, tato. Todas essas representações se constroem ali, e da ligação entre elas se dá o raciocínio. Mas o córtex cerebral precisa negociar com regiões do cérebro que estão no tronco cerebral e são as responsáveis pelos impulsos e as reações rápidas. É dessa negociação que surge o conceito de que algo é permitido ou não. Você repete, repete, repete até que as duas partes entrem em consenso.
É possível recondicionar os sentimentos já na vida adulta? É possível, porém é muito mais difícil e nem sempre é um trabalho bem sucedido. Se você tem uma pessoa que começou a vida como um sociopata, é extraordinariamente difícil tornar essa pessoa um ser normal em relação a comportamento social. Isto porque seria necessário fazer todo o processo que se faz numa criança, mas o paciente já tem autonomia para não aceitá-lo.
Como raciocinamos melhor? Felizes ou tristes? A felicidade está ligada a certas moléculas químicas e a tristeza a outras. Quando estamos felizes as imagens se sucedem com mais rapidez e se associam mais facilmente. Na tristeza as imagens passam muito mais devagar e ficam como que impressas ali por um tempo. O ponto ideal para a efetividade do raciocínio é a felicidade com uma ponta de tristeza — porque na euforia, o pensamento se embaralha

quarta-feira, 24 de abril de 2013

terça-feira, 23 de abril de 2013

 
 
 
Inicia-se no Porto e Zona Norte um novo Curso "Ousar CRESCER".
 
Nestes Tempos em que precisamos de sorrisos, precisamos sobretudo de começar por aprender a sorrir no nosso Pensamento.
 
Auto-regular as Emoções é das aprendizagens mais fantásticas e gratificantes que qualquer um de nós pode fazer na sua Vida.
 
Se "estás farta/o de estar na Vida como quem sobe uma escada rolante que desce"... este Curso É PARA TI.
 
Um abraço,
Isabel Perry
 
inscrições e mais informações
 
 


SER e TER (exercício de PNL Portugal, Prof José Figueira)

Um pequeno teste:
Onde me encontro verdadeiramente no meu trajeto de vida? Não propriamente onde quereria estar ou onde quero chegar, mas onde me encontro num trajeto que pode num extremo ser caraterizado por “Ter” e no outro extremo por “Ser”?
Os exemplos seguintes são apenas algumas expressões linguísticas com caraterísticas que pendem para um dos dois polos: Ter ou Ser. Pode, se quiser, preencher o que acha que mais se adapta a si neste momento tendo em mente a sua vida em geral ou um contexto em particular. Some depois os A`s e os B`s e tire as suas próprias conclusões.


O A) Para mim é sobretudo importante fazer coisas para possuir
O B) Viver a vida pela vida e espalhar dádivas carateriza-me mais


O A) O razão de como me sinto é o resultado do que acontece fora de mim
O B) Sou eu que crio os meus próprios sentimentos e estados emocionais


O A) Saber pensar é o mais importante na vida
O B) Para mim sentir é o mais essencial


O A) Não tenho grande consciência do que sinto
O B) Vivencio-me e às minhas sensações de forma consciente


O A) Eu já sei isso
O B) Quero aprender


O A) Sinto que não há harmonia em mim entre pensar, sentir e agir
O B) O meu pensamento, sensação e ação estão em harmonia


O A) No fundo de mim sinto uma certa ansiedade mais ou menos constante
O B) Há amor e paz dentro de mim.


O A) Preocupa-me o futuro
O B) O importante é o presente


O A) Vivo com a sensação que há pouco, que falta qualquer coisa
O B) Sinto em mim e ao redor de mim “abundância”


O A) “Dever” e “ter que”, é o que me move na vida
O B) Eu, a vida, o mundo, está tudo pleno de possibilidades


O A) A minha mente maquina muito sobre o que aconteceu
O B) Saboreio constantemente o que acontece


O A) Tudo exige muito esforço
O B) As coisas fluem


O A) Importante na vida é o que se atinge
O B) Importante na vida é o que se vive plenamente


O A) Sem controlo não chego a parte nenhuma
O B) Entrego-me com confiança às pessoas e às coisas


O A) Estrutura e organização é a base da segurança
O B) A serena confiança em mim é que me guia


Os A`s pendem mais, neste modelo, para uma vivência da vida caraterizada por TER, fazer, conseguir, esforçar-se, lutar, controlar… passado e futuro.
Os B`s refletem talvez uma vivência interior mais serena caraterizada por SER, fluir, entrega, acontecer, saborear o momento… aqui e agora.


Claro que isto não passa de um modelo. Faça o que for relevante para si.

http://pnl-portugal.com/entre-ter-e-ser/#comment-106