terça-feira, 15 de setembro de 2009

GOSTEI!



TRANSFORMAÇÃO

texto em Brasileiro


Um mestre de Zen não é simplesmente um professor.

Em todas as religiões, há apenas professores.

Eles ensinam a respeito de assuntos que você não conhece, e lhe pedem para acreditar no que dizem, porque não há jeito de transformar essa experiência em realidade objetiva.

O professor tampouco as vivenciou - ele acreditou nelas, e transmite a sua crença para outras pessoas.


O Zen não é o mundo do crente.


Não é para fiéis; o Zen é destinado àquelas almas ousadas que são capazes de desfazer-se de toda crença, descrença, dúvida, razão, mente, e mergulhar simplesmente na sua existência pura, sem fronteiras.



Ele traz, porém, uma transformação tremenda.



Permitam-me, portanto, dizer que, enquanto outros caminhos estão envolvidos com filosofias, o Zen está envolvido com metamorfose, com uma transformação.


Trata-se de uma alquimia autêntica: o Zen transforma você de metal comum em ouro.


Mas a sua linguagem precisa ser entendida, não com o seu raciocínio e o seu intelecto, mas com o seu coração amoroso.


Ou até mesmo simplesmente escutar, sem se importar se é verdade ou não.


Um momento chega, repentinamente, em que você enxerga aquilo que não percebeu a vida inteira.


De repente, abre-se aquilo que o Buda Gautama denominou "oitenta e quatro mil portas".



Osho, em "Zen: The Solitary Bird, Cuckoo of the Forest"Imagem por GroggyFroggyhttp://www.palavrasdeosho.com/

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O Coração e as Emoções

texto em Brasileiro


As emoções de cariz positivo influenciam 1.400 alterações químicas no nosso corpo.
Por outro lado, as emoções ditas negativas provocam desequilíbrios hormonais, alterações pouco sadias do ritmo cardíaco, nebulosidade mental e outras perturbações.
Saiba também que o campo magnético do nosso coração é 5.000 vezes superior ao produzido pelo cérebro e pode ser captado até 2 metros de distância com o auxílio de aparelhos sofisticados.
Esse campo magnético corresponde à intensidade das emoções sentidas.
Muitas arritmias (irregularidade no ritmo cardíaco) devem-se a emoções.
Pense no assunto.
ESPIRITUALIDADE SADIA
Danah Zohar é formada pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology, dá aulas sobre liderança em Oxford, na Inglaterra, e escreve livros sobre física quântica.
Tornou-se mundialmente conhecida com o seu livro "O Ser Quântico" no qual aborda a inteligência espiritual.
“Inteligência espiritual tem a ver com o que eu sou, com os meus valores”, lembra a pensadora, que avisa:
precisamos alimentar essa inteligência para motivar a cooperação – entre a família, a comunidade, os países.
Só assim vamos encontrar soluções positivas para o planeta, e nos encontrar nessa busca também.
Acompanhe o que Danah expôs sobre os princípios da inteligência espiritual – e motive-se!
1.Tenha pensamentos positivos, sempre. Não pense como vítima das circunstâncias, pense que sofrer é uma oportunidade de ser forte. “A crise econômica actual” é uma oportunidade de pensar nossos valores”, lembra Danah.
2. Descubra quem você é. O que me faz levantar de manhã?
Para que eu vivo, por o que daria minha vida?
O que me motiva para fazer coisas todos os dias?
Quem eu sou realmente?
Comprar, trabalhar, sair com os amigos faz parte de nosso universo, mas o “ser” é mais do que isso.
Quando eu digo “minha vida é minha oração”, significa saber que minha vida é um presente de Deus e que precisamos fazer a diferença nesse planeta.
3. Tenha humildade. Precisamos saber que o que fazemos parte de um sistema, e que precisamos prestar atenção nos outros, lembrando que existem diversos pontos-de-vista – não o seu, unicamente.
4. Viva a compaixão. A origem dessa palavra significa “sentir com”.
Sentir a dor do outro como se fosse a sua dor.
“Eu não somente cuido dos pobres, eu sou pobre.
“O planeta é parte de mim – nascemos quando o Big Bang surgiu”.
Lembre-se sempre: eu sinto que sou você, e que você sou eu.
5. Reveja seus valores. Precisamos pensar menos em “eu, mim” e mais em “nós, nossos”.
E precisamos rever os nossos valores para servir uns aos outros.
Compo fazer isso?
“Pergunte a você mesmo, qual é o melhor que você pode dar”.avisa a filósofa.
6. Viva o presente. Tire o peso do passado e das preocupações – e.viva o agora!
7. Estamos conectados, e o jeito que vivo minha vida afecta a vida do outro.
“Se me sinto negativo, espalho essa negatividade para minhas relações, minha comunidade.
Mas se me sinto esperançosa e que posso fazer melhor, espalho essa atitude para as outras pessoas”.
8. Responda a uma questão fundamental: sempre perguntar porquê!
Nós nos fechamos a verdade se não questionamos.
9. Mude a sua mente, seus paradigmas, e coloque seus pontos-de-vista sob uma nova perspectiva.
“Precisamos de uma revolução do pensamento também nas lideranças e na educação”.
Educação significa memorização, imposição?
Ou é ajudar as crianças a fazerem boas perguntas?
“A mídia também precisa rever o seu papel e ajudar as pessoas a formarem consciência crítica.
10. Valorize os seus princípios, mesmo que sejam impopulares.
Entretanto, não seja arrogante de que está certo, mas questione-se.
Escute os outros, mas veja o que você quer acreditar, para o que você quer lutar.
11. Celebre a diversidade. Isso não significa numa empresa, por exemplo, colocar uma mulher ou negro num cargo alto, mas construir um pensamento do que significa a diferença para você, e o que ela tem a te ensinar.
Dizer “obrigada por ser diferente, por me fazer questionar a mim mesmo”.
12. Descubra a sua vocação, o seu propósito de vida e em como você pode fazer a a diferença.
“Você não precisa ser o Gandhi ou o Barack Obama.
Cozinhar um bolo pra sua família, um pai que vai brincar com seu filho, dando o seu melhor, é uma maneira de servir a humanidade com o melhor que temos”.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Este homem sabia tanto.... :-)


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
e tornar-se
um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)
Obrigada, querida Lut!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Personalidade, SAÚDE e Felicidade...

Dr Nelson Lima
Sucedem-se os estudos que revelam a íntima relação entre a inteligência, a saúde e longevidade.
De facto, confirma-se que quanto mais inteligente for a pessoa menos sujeita está a problemas de saúde e mais probabilidades tem de gozar uma longa vida.
Ou seja, as pesquisas têm revelado que as pessoas muito inteligentes - pelo menos, em grande percentagem - sabem adequar os seus comportamentos (hábitos alimentares , estilo de vida, higiene activa, cuidados preventivos, etc) às exigências de uma vida saudável.
Perguntar-se-á: mas então um indivíduo muito inteligente mas que seja um fumador compulsivo está menos sujeito aos efeitos nocivos do tabaco?
Bem, neste caso, se for um grande fumador e insistir no seu vício não está a ser muito inteligente pois sabe que corre grandes riscos.
Convém esclarecer que o conceito de inteligência é muito mais do que aquilo que o Quociente de Inteligência expressa!
A inteligência deve ser avaliada através dos comportamentos…inteligentes.
São estes (os comportamentos) e não os valores do QI que atestam a nossa inteligência.
O conhecido investigador e professor de psicologia Robert Sternberg afirma que uma coisa é a inteligência que se mede nos testes (inteligência teórica) e outra a que usamos na vida quotidiana (inteligência prática).
A primeira pode ser boa para resolver problemas intelectuais, mas é a segunda que se repercute nos nossos comportamentos.
É esta a inteligência de que falamos quando nos referimos à saúde.
O problema mente-corpo é uma das mais excitantes áreas da neuropsicologia, em parte, porque é negligenciada há bastante tempo e, em parte, porque o incremento da sofisticação nas pesquisas, na metodologia e nas técnicas, tornou possível examinar as finas relações entre eles.
Actualmente, existem provas de que aquilo que pensamos influencia o nosso bem-estar.
Também a nossa mente pode fazer-nos acreditar que estamos doentes, se estamos ou não doentes em sentido objectivo, ou seja, clínico.
O nosso estado psicológico e emocional afecta a nossa percepção dos sintomas físicos e a nossa reacção a esses sintomas.
Por exemplo, uma personalidade insegura, reactiva aos acontecimentos de vida, tende a desenvolver problemas de saúde com mais ou menos gravidade, que podem ir desde o aumento da frequência de reacções alérgicas até ao despoletar de problemas cardiovasculares.
A saúde e a doença são resultantes de múltiplas linhas de força, biológicas, psicológicas e sociais.
Mesmo as doenças infecciosas não são redutíveis a uma acção unilateral de microrganismos, mas a uma luta dialéctica entre os microrganismos e o macrorganismo, o que vai decidir o aparecimento da doença e o seu curso.
As forças do organismo, as suas capacidades de defesa, vão desempenhar um importante papel nesta confrontação, na qual certos factores psíquicos modulam as suas potencialidades de resposta.
Apesar das dificuldades para se descobrir a precisa associação entre factores psicológicos, comportamentais e médicos, uma quantidade razoável de evidências empíricas afirma que os factores psicológicos afectam a saúde física e o início e o fim de, pelo menos, algumas doenças.
Uma nova ciência - a psiconeuroimunologia - dedica-se ao estudo das relações entre os processos comportamentais, neuronais, endócrinos e imunológicos.
As mudanças no sistema imunológico constituem um importante mecanismo, no qual os factores psicológicos podem influenciar a saúde e a doença.
Experiências científicas revelam também que a capacidade de acreditar na força que há em nós próprios, ou em algo que nos é exterior, contribui para proteger o estado de saúde e melhorar a recuperação da doença.
E, assim, a religião constitui, para muita gente, uma grande fonte de confrontação (coping) com os diversos problemas da vida e de adaptação.
Quando não é possível mudar a situação, a fé ajuda a mudar as atitudes da pessoa frente às dificuldades, talvez porque dá sentido mesmo ao sofrimento e à própria morte.
Dr Nelson S Lima

UMA SAÚDE FELIZ > Onde a Mente e o Corpo se tocam...



Aparentemente, o corpo e a mente são realidades distintas.
Na verdade vemos o corpo e sentimos as emoções e as actividades mentais em planos distintos.
O corpo ocupa espaço e tem peso.
A mente parece refugiar-se no interior do corpo e é intangível.
Não se vê nem é mensurável.
Mas, a um nível muito profundo, para além das células, das moléculas e dos átomos que fazem o nosso corpo, há um espaço onde a mente se encontra com aquele.
É um espaço pequeníssimo e ao mesmo tempo enorme onde decorrem múltiplas trocas de energia subtil que fazem com que, por exemplo, as emoções se exprimam através do corpo e os pensamentos influenciem a saúde.
Já um antigo ditado indiano diz algo como "se quiser ver como foram os seus pensamentos ontem, olhe para o seu corpo hoje".
A ciência já reconhece que o tecido principal da natureza se encontra nesses níveis profundos (chamado de níveis quânticos) onde emana uma energia vibratória que não percebemos directamente mas que constitui a base de tudo o que somos, desde os nossos pensamentos aos nosso órgãos.


UMA SAÚDE FELIZ...
O título pode parecer estranho mas o nosso corpo também tem uma relação muito directa com a felicidade.
Quem estuda estas áreas sabe que uma componente fundamental da felicidade é o bem-estar (físico, emocional, social, etc.).
Neste capítulo, a saúde é um elemento estratégico.
Uma pessoa doente pode dizer que é feliz mas será totalmente verdade?
Há quem acredite que o sofrimento corporal é uma forma de redimir os males da alma.
Será?
A medicina quântica defende que para tornar a nossa saúde grandiosa é preciso termos acesso a um novo tipo de conhecimento baseado num conceito de vida diferente.
Não podemos ignorar que o corpo físico é a porta de entrada para a nossa realidade quântica, algo que se situa muito para lá dos átomos e das moléculas que o constituem.
Um "quantum" (de onde surge a palavra quântica) é uma unidade pequeníssima de matéria ou energia, sendo 10 milhões a 100 milhões mais pequena que o âtomo mais pequeno.
Ou seja, é algo pequeníssimo, inatingível.
Todos os "quanta" são feitos de vibrações invisíveis que criam flutuações energéticas antes de se reunirem e darem origem a matéria.
O nosso corpo quântico é a base por trás de tudo aquilo que somos: moléculas, células, órgãos, pensamentos, emoções.
Curiosamente, o nosso sistema nervoso consegue detectar e reagir com essa matéria invisível.
Outra verdade indesmentível: todos nós somos responsáveis por criar o corpo que temos e, em boa medida, a sua saúde.
Estamos permanentemente a reconstruir e a renovar o nosso corpo!
Com pensamentos, emoções, atitudes, hábitos, ideias....




http://sejafeliz.ning.com/
Dr Nelson Lima

Para que serve a Psicologia Positiva?

Gostaria de comentar que a Psicologia Positiva tem um propósito:
- Estudar as estratégias que podem elevar o sentimento de bem-estar das pessoas.
Mas ela não se resume (o que já não seria pouco) a estudar a Felicidade e a dizer-nos como Ser Mais Feliz.
De facto, algumas pessoas confundem Psicologia Positiva com Pensamento Positivo e com Felicidade.
Ora, percebe-se que são matérias distintas.
Poder-se-á dizer que, em última instância, a Psicologia Positiva visa ajudar as pessoas a aprender a serem mais felizes.
Mas é muito mais do que isso.
Na minha profissão exerço atendimento psicológico; logo encontro-me frequentemente com pacientes que sofrem de fobias, ansiedade, depressão, baixa auto-estima e outros desconfortos.
O uso que faço da Psicologia Positiva nestes e noutros casos é ajudar as pessoas a reverem a sua compreensão do mundo: o seu e o dos outros no qual todos estamos mergulhados.
A forma como vemos o nosso mundo e o dos outros pode ter um efeito benéfico ou devastador nos nossos sentimentos.
Geralmente, as pessoas que se dizem infelizes sofreram (ou sofrem) de solidão (estão sozinhas com seus fantasmas), vivem num clima de angústia constante, seu optimismo está muito debilitado (pode mesmo nem existir), apresentam problemas de saúde (ou caminham para eles), etc.
Não consigo fazer feliz uma pessoa que se apresente sufocada por uma série de problemas pessoais cujo controlo pertence a outros (nem a ela nem a mim).
A minha preocupação é então melhorar primeiramente a sua saúde orgânica (aumentando suas defesas com nutrição saudável, exercícios físicos, etc.) e alterar seus "esquemas cognitivos".
Os esquemas cognitivos são "imprintings", "códigos", "hábitos mentais" que se instalam na mente das pessoas e que alteram sua relação com o mundo.
Outra estratégia é a "abertura da mente" para que elas possam absorver outros estímulos e informação que alargue o seu horizonte de saberes e de opções para poderem usufruir de outras escolhas na vida e não vejam apenas um caminho à sua frente.
O objectivo é então explorar as suas "outras possibilidades" e "alternativas".
A vida é sempre uma "oportunidade em aberto": muita coisa podemos fazer para mudar a nossa percepção das coisas, incluindo aquilo que nos torne menos felizes.
A mente é formatada por hábitos, crenças, convicções, educação, cultura, modas, informações, etc.
Ter também a "mente aberta" não é um cliché; é uma estratégia psicológica que pode conduzir-nos à descoberta de novos desafios.
E os desafios, em níveis certos, são, frequentemente, uma das melhores receitas para uma vida plena.
Tranformar os problemas em desafios (mudando, na verdade, a percepção das coisas) é, então, uma das soluções mais interessantes para quem quer avançar rumo a um patamar aceitável de bem-estar e conforto (psicológico, social, etc.).
Concluindo: a Psicologia Positiva, que está agora entrando na maturidade, oferece um potencial de intervenção muito grande já que se socorre de investigação séria e não apenas de intuições e não se contenta com o que já se sabe.
É um campo de sabedoria sempre em aberto e em evolução.
Querem um exemplo do que vale a investigação em Psicologia Positiva?
Até agora acreditava-se que as pessoas com sofrimento depressivo eram mais susceptíveis de provocarem suicídio.
Parecia lógico.
Um estudo recentíssimo afinal descobriu que não é a depressão que pode levar ao suicídio mas a angústia (algo que pertence à família da ansiedade e, por conseguinte, clinicamente bem diferente da depressão).
Saudações,Nelson S Lima
em SEJA FELIZ!

domingo, 6 de setembro de 2009

Livros recomendados

Eis os melhores livros de ajuda à conquista da FELICIDADE!
(a lista vai sendo actualizada regularmente).





APRENDER A VIVER
Autor: José António Marina



TREINANDO A EMOÇÃO PARA SER FELIZ
Autor: Augusto Cury

FLUIR

Autor: Mihaly Csikszentmihalyi



O CÓDIGO DA INTELIGÊNCIA
Autor: Augusto Cury



INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL
Autores: D.Zohar e I.Marshall



PALAVRAS QUE CURAM
Larry Dossey



REVOLUCIONE A SUA QUALIDADE DE VIDA
Autor: Augusto Cury



A FÓRMULA DA FELICIDADE
Autor: Stefan Klein



UM GUIA PARA A VIDA
Autores: Dalai Lama e H.Cutler



MAIS PLATÃO, MENOS PROZAC
Autor: Lou Marinoff



A MUDANÇA DE SENTIDO E O SENTIDO DA MUDANÇA
Autor: Pierre Weil



FAÇA A SUA SESTA, MUDE A SUA VIDA
Autor: Sara C. Mednick



O SER QUÂNTICO
Autor: Danah Zohar



AFINAL, O QUE SABEMOS NÓS?
Vários autores



INTELIGÊNCIA
Autor: Osho



MATURIDADE
Autor: Osho2012



TRAVESSIA PARA O FUTURO
Autor: Mark Borax



O UNIVERSO AUTOCONSCIENTE
Autor: Amit Goswami




Em
http://sejafeliz.ning.com/